Cafuçu tarado não perdoa nem tiozinho do bar

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Tesão constante

Cafuçu tarado não perdoa nem tiozinho do bar. Todo fim de tarde o coroa colava no boteco. Fazer a social com a turma e claro, tomar uma cana da boa. De repente começou a frequentar um negro gente boa, também do bairro. Logo entrou para a turma. Mas tinha uma nele coisa que chamava a atenção: o pacote da chibata estava sempre volumoso, às vezes como se estivesse de pau meia bomba ou mesmo duro. Já tinha intimidade e aproveitou que não tinha ninguém perto e perguntou: rapaz tu deve ser um jegue, olha o tamanho do pacote do cafuçu! O negro respondeu: vou contar uma coisa mas promete não contar para ninguém, viu? eu tenho um tesão constante e não passa nem depois de trepar. Eu pego geral, mulher, gay, travesti mas parece que quanto mais eu fodo, mais quero foder. O coroa se animou e também contou: os caras daqui não sabem mas eu gosto de levar na bunda. Vamos no motel?
Cafuçu tarado não perdoa nem tiozinho do bar
   
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